sábado, 6 de setembro de 2008

Idiotice.

Assim, Luiz.Há muito tempo que não há o que se fazer nesse lugar, gosto de estar aqui, mas não gosto de me fazer por aqui. Dizem que quando bebo fico mais up que down, meio adverso as coisas normais que as pessoas se prestam a fazer.Estou com saudades imensas da menina, mas a menina está ali; pra ser sincero, tenho medo de olhar pra lá e fazê-la perceber que não gosto o suficiente dela pra me render, mas gosto o suficiente pra admirar, e confesso que, Luiz, antes de qualquer desejo sexual tenho vontade do corpo dela só pra fazer companhia pro meu. Isso é loucura, mas no meu auge da vida, antes de qualquer algum outro, sinto-me sincero o suficiente pra não fazer alguém sofrer e ser só, só, um alguém de paz do jeito que todas procuram."Nem venha atucalhar meu coração, não há o que ver, transponho qualquer denuncia, refaço qualquer caráter, sou pudico, são, pecado e salvação; mas não sou o que sou quando não há você" - Digo sempre pra ela, Luiz.Mas me diz, e seu filho, como está? Felipe, lindo, bonito, inteligente, acho que tudo que é anverso a ti veio de brinde a ele. - Gosto de brincar contigo.Estou tomando um Cocoblanc,lembra quando éramos menores e incitávamos a sonhar feito piratas e escrever poesias a magistrais? A pensar em mulheres feito Dom Quixote era você; eu, sempre "perverso" como você adjetivava preferia escrever sobre corpos, gostos, desejos, tesão, bucetas e peitos. E você me denominava um anti-romântico. Pois bem, tive que me render, sou romântico hoje, mas só hoje, amanhã volto a ser a alma sem pudor e o corpo sem poder. Do mais, continua tudo como está, o trabalho, a realidade, as dívidas. Dizem que a verdade está nas coisas simples, nem acho. A verdade está nas coisas difíceis, porque sempre me denunciam quando não sei sair pela culatra. Mas sempre tento.

2 comentários:

Bruna disse...

Gostei demais desse. :) Por que será?

natália disse...

perfeito. (: