Andava pela praia, estava nublado, era cedo e o pé não encaixava na areia.
Via-se as ondas quebrarem no acorde mais bonito - sol. As águas vinham, transpassavam a pele, não molhava, tocavam os ossos, arrepiava-o.
Os passos curtos à beira-mar, os pés intactos, não sujavam-se, à areia dava-se graças por não sujarem-no.
Havia você, haviam águias e gaivotas, e agora há impossibilidade de aplicar por interjeição os barulhos dos animais e do coração, mas tão felizes; os animais e o coração.
Eras linda, como sempre fostes, como és e sempre serias. Estavas nua, sem pudor e nua. Ah! Excitação da Alma. Os braços dele não eram fortes, não conseguia te pegar no colo, mas te jogava na areia e eram eternos.
O rapaz acordava sempre, trabalhava, andava no asfalto e se sujava. Na volta pra casa se banhava, comia, chorava e bebia. Depois dormiria novamente afim de que se eternizasse todo sonho que sonhasse.
Alguém há de dizer que são palavras fortes, mas tamanha é a força do texto de Téo e do seu grito, que não haveria como dizer deles, se não fosse com força. Se você é capaz de enxergar a ternura encoberta pelo mito do forte que tem medo de que percebam sua doçura, então é capaz de amar este blog. por Ana da Cruz.
Mostrando postagens com marcador inverno. (ainda). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inverno. (ainda). Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
- Não sei se eu vou ser chato assim por muito tempo ainda fazendo com que seu sentimento por mim se acabe.Mas, se puder me desculpa, é só minha falta de segurança, meu medo imaturo de te perder, minha vontade de roubar souvenirs e te dar. Mas eu não onde caber se não tenho teus olhos pra me proteger e nunca tiver.
Não é que só preciso de ti pra ser feliz e só você me fará feliz, mas é que a maior parte da minha vida é aliterada a sua, e se não tenho um bom emprego - que me faça feliz. Se não tenho um bom lugar - que me realize pra morar. Se não tenho um dom capaz de surpreender as pessoas, ao menos - não que seja muito pouco ou quase nada, porque é muito - tenho você e se não tiver, não terei mais nada.
- O Que quer dizer com isso, amor?
- Tenho medo de que você vá, mesmo sem querer que vá.
E ela não foi.
Não é que só preciso de ti pra ser feliz e só você me fará feliz, mas é que a maior parte da minha vida é aliterada a sua, e se não tenho um bom emprego - que me faça feliz. Se não tenho um bom lugar - que me realize pra morar. Se não tenho um dom capaz de surpreender as pessoas, ao menos - não que seja muito pouco ou quase nada, porque é muito - tenho você e se não tiver, não terei mais nada.
- O Que quer dizer com isso, amor?
- Tenho medo de que você vá, mesmo sem querer que vá.
E ela não foi.
domingo, 5 de outubro de 2008
E olhava pra ela, cara. E me excitava, cara. Eu tinha tesão por ela de forma que não havia pecado, é como se eu estivesse acima de Deus e Deus me venerasse e por diversas vezes Deus me adorava, como criador de si.
Os cigarros não prejudicavam meus pulmões, o abscesso mental não me deturpava mais, eu não era fraco, eu não fazia jus ao meu estado doentio, era tão saudável quanto o Álamo pra cultos. Ninguém me desvendava, ninguém me desvenda.
Adoro teus os decotes, são os mais belos que meus olhos fisgam; é como se pudesse masturbar meu cérebro a cada hora que tenho visão sobre ti e gozasse de forma múltipla pelos membros do corpo todo. - Dizia a ela.
Cara, deixei de ser misantropo.
Por Téo.
Os cigarros não prejudicavam meus pulmões, o abscesso mental não me deturpava mais, eu não era fraco, eu não fazia jus ao meu estado doentio, era tão saudável quanto o Álamo pra cultos. Ninguém me desvendava, ninguém me desvenda.
Adoro teus os decotes, são os mais belos que meus olhos fisgam; é como se pudesse masturbar meu cérebro a cada hora que tenho visão sobre ti e gozasse de forma múltipla pelos membros do corpo todo. - Dizia a ela.
Cara, deixei de ser misantropo.
Por Téo.
Assinar:
Postagens (Atom)